COROINHAS

 

Escala do Mês

 

Admissão e Readmissão dos Coroinhas 2013.

 

 

Coroinhas em formação 2013

Lucas e Sara falam da experiência na J.M.J. 2011

Lucas e Sara estiveram conversando com os coroinhas contanto suas experiências na Jornada Mundial da Juventude de 2011 foi uma alegria ver de perto tantos jovens com o mesmo ideal, servir a Jesus no próximo e está com o Papa Bento XVI.

 

 

 

SER COROINHA NÃO É UM PRIVILÉGIO. É UM SERVIÇO... UM MINISTÉRIO

 

Outubro de 2010

A igreja de São Judas Tadeu recebeu no dia 18 de outubro após 6 meses de curso, 8 novos coroinhas.

 

Os novos, com suas Mães esperam o momento da benção das túnicas

 Com a igreja repleta de fieis, os veteranos renovaram as promessas...

 ... de servir ao Altar.

 Novos e veteranos, 18/10/2009

 

O que é o coroinhas?

A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.

Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.

Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.

Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes.

Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.

Existem dois tipos de acólitos:

 a) Acólitos instituídos

Chamam-se acólitos instituídos, aqueles que o bispo duma diocese chamou e fez acólitos. Este chamamento e esta instituição pelo bispo querem dizer que um acólito instituído é convidado a participar muito empenhadamente na celebração da Eucaristia, que é o coração da Igreja, e que o deve fazer sempre que esteja presente e for convidado a fazê-lo pelo responsável da celebração.

Também quer dizer que, dentro da mesma diocese, o acólito instituído pode ser chamado a realizar o seu serviço em qualquer paróquia, desde que o pároco o convide ou lho peça, uma vez que o bispo que o chamou é o bispo de todas as paróquias dessa diocese.

Quem é que pode ser acólito instituído? Só os rapazes que se preparam para isso durante bastante tempo. É o que acontece com os seminaristas, embora também possam ser chamados outros rapazes ou homens que não sejam seminaristas. Este pormenor quer dizer que, um dia, se esse rapaz ou homem vier a ser ordenado padre, deve não só servir bem, como bom acólito que foi, mas também ensinar os mais novos da paróquia onde estiver, a serem bons servidores, ou seja, óptimos acólitos, como o vosso pároco está agora a fazer convosco.

b) Acólitos não instituídos

Os acólitos não instituídos são em muito maior número do que os instituídos. São aqueles que nós conhecemos melhor, porque os vemos todos os domingos a servir na missa, nas nossas paróquias. Eles podem ser rapazes ou raparigas. Quem os chama para serem acólitos é o pároco de cada paróquia e não o bispo da diocese. Esse chamamento é precedido duma preparação. O Curso para Acólitos de que esta lição faz parte, tem por fim ajudar a fazer essa preparação.

Juntamente com o Curso é muito importante praticar o serviço de acólito, procurando fazê-lo cada domingo com maior perfeição e atenção, mas sobretudo com muito espírito de fé. Podemos dizer que Jesus foi o primeiro de todos os acólitos, pois disse um dia estas palavras: Eu estou no meio de vós como quem serve. Ora, o acólito, quer seja instituído quer seja não instituído, é e deve ser cada vez mais um rapaz ou uma rapariga que gostam de servir a Deus e aos seus irmãos na vida, a começar pelos que moram em sua casa e com os que com eles convivem mais de perto, e também na liturgia.

 Os serviços dos acólitos (coroinhas) não instituídos

 Vamos enumerar as suas funções principais nas missas.

Antes de começar a missa:

— prestar todos os serviços ao presidente e ver se o altar e tudo o mais está preparado para a celebração.

Ao começar a missa:

— na procissão de entrada, a caminho do altar, levar a cruz, assim como os círios acesos.

Durante a missa:

— servir o presidente em tudo o que for preciso: apresentar o missal e as coisas necessárias para preparar o altar;

— acompanhar o presidente e os ministros extraordinários durante a distribuição da comunhão aos fiéis;

— arrumar os vasos sagrados, na credência, depois da purificação.

No fim da missa:

— acompanhar o presidente e ajudá-lo a tirar as vestes. Só depois disso é que o acólito tira a sua túnica.

— recolhe os vasos sagrados, na credência e os guarda na sacristia.

RESPONSABILIDADES  DO COROINHA

1. Participe das reuniões, missas e demais compromissos assumidos.
2. Seja pontual. Chegue a tempo para as reuniões e celebrações.
3. Seja asseado. Esteja sempre limpo, cabelos penteados, calçados e roupas bem arrumados.
4. Seja cuidadoso com as coisas da igreja e do altar. Trate os utensílios litúrgicos com respeito, como objetos destinados ao culto divino.
5. Seja humilde e preste atenção ao que lhe for ensinado pelas pessoas encarregadas da sua formação.
6. Durante os atos litúrgicos, evite conversas, risos ou brincadeiras.
7. Seja educado com relação aos colegas e todas as pessoas da comunidade.
8. Cultive o gosto pela oração e leia um trecho da Bíblia cada dia.
9. Dedique-se ao estudo da liturgia, a fim de celebrar cada vez melhor.
10. Observe o silêncio na igreja e na sacristia. E mantenha a concentração, principalmente antes de começar algum ato litúrgico.

ORAÇÃO DO COROINHA

Ó Jesus Adolescente,
que vivias com o Pai celeste  em profunda e filial sintonia,
aceita nossa dedicação
a serviço da liturgia.

Nosso desejo é tratar com respeito, sem preconceito,
as pessoas da comunidade,
que contam com teu auxilio
na difícil caminhada;
dá-nos um coração repleto de amor aos pobres e simples deste mundo.

Alimenta-nos com a tua palavra e com os teus ensinamentos,
pois queremos te ajudar, ó Jesus, a transformar a sociedade,
e assim celebrarmos dignamente, com sinais, ritos e movimentos,
a salvação que ofereces hoje e sempre
em favor da humanidade.
Amém!

Quer nos visitar: todos Sábados à partir das 15h no Centro Pastoral

 

Um grande exemplo de um Acólito

São Domingos Sávio 6 de maio

Domingos Sávio nasceu em 2 de abril de 1842, em Riva, na Itália. Era filho de pais muito pobres, um ferreiro e uma costureira, cristãos muito devotos. Ao fazer a primeira comunhão, com sete anos, jurou para si mesmo o que seria seu modelo de vida: "Antes morrer do que pecar". Cumpriu-o integralmente enquanto viveu.

Nos registros da Igreja, encontramos que, com dez anos, chamou para ele próprio a culpa de uma falta que não cometera, só porque o companheiro de escola que o fizera tinha maus antecedentes e poderia ser expulso do colégio. Já para si, Domingos sabia que o perdão dos superiores seria mais fácil de ser alcançado. Em outra ocasião, colocou-se entre dois alunos que brigavam e ameaçavam atirar pedras um no outro. "Atirem a primeira pedra em mim" disse, acabando com a briga.

Esses fatos não passaram despercebidos pelo seu professor e orientador espiritual, João Bosco, que a Igreja declarou santo, que encaminhou o rapaz para a vida religiosa. No dia 8 de dezembro de 1954, quando foi proclamado o dogma da Imaculada Conceição, Domingos Sávio se consagrou à Maria, começando a avançar para o caminho da santidade. Em 1856, fundou entre os amigos a "Companhia da Imaculada", para uma ação apostólica de grupo, onde rezavam cantando para Nossa Senhora.

Mas Domingos Sávio tinha um sentimento: não conseguiria tornar-se sacerdote. Estava tão certo disso que, quando caiu doente, despediu-se definitivamente de seus colegas, prometendo encontrá-los quando estivessem todos na eternidade, ao lado de Deus. Ficou de cama e, após uma das muitas visitas do médico, pediu ao pai para rezar com ele, pois não teria tempo para falar com o pároco. Terminada a oração, disse estar tendo uma linda visão e morreu. Era o dia 9 de março de 1857.

Domingos Sávio tinha dois sonhos na vida, tornar-se padre e alcançar a santidade. O primeiro não conseguiu porque a terrível doença o levou antes, mas o sonho maior foi alcançado com uma vida exemplar. Curta, pois morreu com quinze anos de idade, mas perfeita para os parâmetros da Igreja, que o canonizou em 1957.

Nessa solenidade, o papa Pio XII o definiu como "pequeno, porém um grande gigante de alma" e o declarou padroeiro dos cantores infantis. Suas relíquias são veneradas na basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, em Torino, Itália, não muito distantes do seu professor e biógrafo são João Bosco.

 

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